Todos, ou pelo menos uma boa parte dos profissionais envolvidos em projetos de redes de comunicação já devem ter ouvido falar do termo "site survey". Por definição, "site survey" é uma metodologia aplicada na inspeção técnica minuciosa do local que será objeto da instalação de uma nova infra-estrutura de rede, na avaliação dos resultados obtidos com as melhorias da infra-estrutura existente ou mesmo na identificação e solução dos problemas de um sistema já em funcionamento. Esse procedimento é realizado normalmente durante a avaliação do projeto, seja no levantamento da infra-estrutura necessária (dispositivos de conectividade, cabos, acessórios e outros), seja para a implantação de uma nova rede estruturada, instalação de equipamentos de rádio freqüência, redes wireless, etc, de forma a maximizar sua cobertura e eficiência, bem como reduzir os custos de investimento. O que verificar O site survey é uma ferramenta indispensável para detectar e ultrapassar problemas de performance após a implantação de uma nova infra-estrutura ou ampliação de uma rede. Em quaisquer dos casos, o site survey pode ser utilizado para estabelecer métodos que permitam o remanejamento dos pontos de rede existentes pelo simples reposicionamento ou reconfiguração (no caso de redes estruturadas), ou ainda para a ampliação do número de pontos existentes e/ou aumento da cobertura da rede, adicionando-se novos Pontos de Acesso (no caso de redes wireless), cuja localização será obtida a partir dos resultados do levantamento da planta, das medidas de propagação em campo e das especificações de performance esperadas. Durante a inspeção devem ser levantadas todas as condições técnicas do local da instalação, que inclui verificar a existência ou não de obstáculos que possam dificultar o lançamento do cabeamento ou o posicionamento de antenas, facilidades de pontos de energia, aterramento, ventilação, segurança, entre outros. No caso específico das redes wireless, a inspeção deve contemplar ainda a análise de possíveis interferências de RF, níveis e condições de propagação do sinal, servindo como fonte adicional de informação para o projeto de localização dos Pontos de Acesso (AP’s). Objetivos O principal objetivo de um site survey é assegurar que o número, localização e configuração dos pontos de rede forneçam as funcionalidades requeridas e propiciem um desempenho compatível com o investimento proposto no projeto. Os procedimentos envolvidos na metodologia visam dimensionar adequadamente o local para a instalação dos equipamentos e cabos (redes estruturadas) ou de Pontos de Acesso (redes wireless), permitindo que todas as estações possam ter qualidade nas conexões e obtenham total acesso às aplicações disponíveis na rede. Para tal, é necessário executar um conjunto de etapas específicas que permitam o levantamento das informações necessárias: Obtenção dos diagramas representativos do local de instalação da infra-estrutura da rede (plantas da edificação) para a definição das rotas do cabeamento e/ou linhas de visada; Identificação e localização dos pontos de rede nas áreas de trabalho e locais de concentração de equipamentos para a elaboração das plantas, desenhos e esquemáticos, seguindo uma simbologia padronizada; Inspeção visual do local para a definição da prumada da rede e identificação de possíveis obstáculos para a passagem de cabos e/ou montagem dos Pontos de Acesso; Verificação de facilidades quanto ao fornecimento de energia elétrica, condições do aterramento, sistemas de controle de ventilação, temperatura e umidade nos pontos de concentração de equipamentos; Definição dos requisitos da rede quanto:
Identificação de possíveis fontes de interferência EMI/RFI; Definição da potência dos Pontos de Acesso (limites legais, área de cobertura e tipos de antenas); Planejamento das freqüências utilizadas (escolha dos canais dos AP’s); Instalação e testes de aceitação da rede; Documentação do design final da infra-estrutura da rede efetivamente construída (As Built). Site Survey em redes wireless Podemos considerar duas modalidades de Site Survey para redes wireless:
Alguns cuidados devem ser tomados na execução do site survey para que a implantação da rede wireless ocorra satisfatoriamente. O profissional responsável pelo projeto precisa estar atento aos detalhes porque uma coluna não apontada na documentação da edificação pode causar problemas de cobertura quando se tratar de um projeto indoor. No caso de projeto outdoor é necessário dar uma atenção especial à etapa de instalação das antenas, verificação do aterramento e do sistema de pára-raios da edificação. Já a realização do Site Survey em uma rede instalada e em funcionamento inclui testes adicionais de performance e para a verificação de interferências:
No caso de projetos indoor como, por exemplo, interligação de prédios em campus universitário, empresas, clínicas e escritórios comerciais, algumas recomendações básicas devem ser consideradas durante a realização do Site Survey:
O site survey é um procedimento altamente recomendável para que um projeto seja elaborado adequadamente e precursor da implementação de uma infra-estrutura de rede bem sucedida. Pode ter como objetivos desde a avaliação dos resultados obtidos com as melhorias da infra-estrutura da rede até a identificação e solução de problemas de implantação. Não existe uma fórmula específica para realizar um site survey. A melhor receita é a prática, pois cada caso é um caso e as soluções adotadas em um projeto de infra-estrutura dificilmente serão as ideais para outro. A familiaridade obtida com as peculiaridades levantadas durante esse procedimento se traduz em uma melhor utilização dos recursos, configuração bem sucedida e uma melhor localização física dos dispositivos da rede. A documentação gerada durante a realização do site survey possibilita um planejamento mais preciso durante o desenvolvimento do projeto de infra-estrutura. Por exemplo, a avaliação física e demais informações levantadas durante a inspeção técnica complementam tanto o projeto físico quanto o projeto lógico identificando os melhores locais para a instalação dos pontos de rede e as necessidades de interfaces/segurança de cada um. A performance esperada para a rede também poderá ser verificada com maior precisão pelos profissionais envolvidos através de ferramentas específicas de gerenciamento. O site survey possibilita ainda uma maior precisão na elaboração da documentação final do projeto conhecida como "As Built", pois permite que este inclua todos os documentos que registram tudo o que foi efetivamente realizado, utilizando as informações técnicas levantadas inicialmente, além de uma listagem que inclui todo o hardware instalado, localização e configuração dos dispositivos da rede e demais informações que permitam a qualquer profissional da área uma visão completa da infra-estrutura instalada para posterior manutenção. | |
José Maurício Santos Pinheiro Professor Universitário, Projetista e Gestor de Redes, membro da BICSI, Aureside e IEC. Autor dos livros: · Guia Completo de Cabeamento de Redes · · Cabeamento Óptico · · Infraestrutura Elétrica para Redes de Computadores · · Biometria nos Sistemas Computacionais - Você é a Senha · |
Assuntos acadêmicos, tecnologia e muito mais, você confere por aqui! Acesse e comente nossas matérias e artigos.
Mais TeleInfo
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Site Survey, O Segredo de um Bom Projeto
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
A TIM será mesmo vendida?
Após a saída da Portugal Telecom da Vivo, e sua entrada na Oi, aumentaram as especulações sobre uma possível venda da Tim Brasil. Trata-se de um comentário recorrente e que tem aparecido periodicamente na imprensa brasileira e internacional.
Não faltariam candidatos a esta aquisição. O Brasil é o 5º mercado de celular do mundo e está em fase de expansão. A Vodafone foi apontada como uma das interessadas.
A Teleco estima que a Telecom Italia poderia receber cerca de 7 bilhões de euros com esta operação. Dinheiro este que poderia ser utilizado para reduzir sua dívida líquida de 33,9 bilhões de euros, que representa 3,1 vezes o seu EBITDA anual.
Resultados da Telecom Italia | ||||
| Bilhões de Euros | 2006 | 2007 | 2008 | 2009 |
| Receita líquida | 31,3 | 31,0 | 29,0 | 27,2 |
| EBITDA | 12,9 | 11,7 | 11,1 | 11,1 |
| Margem EBITDA | 41,1% | 37,6% | 38,2% | 40,9% |
| Lucro líquido | 3,0 | 2,4 | 2,2 | 1,6 |
| Dívida Líquida | 37,3 | 35,7 | 34,5 | 33,9 |
Para fazer face ao alto endividamento, a Telecom Italia vendeu entre 2004 e 2006 suas operações no Chile, Peru e Venezuela. Se desfez também de outros ativos internacionais nos anos seguintes, sendo o último a Hansenet (operadora de Banda Larga na Alemanha) vendida para a Telefonica em 2009. Restou a Tim Brasil e uma participação na Telecom Argentina.
O problema é que a receita da Telecom Italia na Itália (Fixo e móvel) está em queda e a Tim Brasil é a aposta de crescimento da operadora.
A Tim Brasil possui 44,4 milhões de celulares e apresentou um crescimento de 17,4% em sua base nos últimos 12 meses, enquanto a Telecom Italia possui em seu mercado doméstico 30,5 milhões de celulares e sofreu uma redução de 6,4% nos últimos 12 meses.
A Tim Brasil realinhou sua estratégia em 2009 e está conseguindo crescer e contribuir para o resultado da Telecom Itália, tendo sido responsável por 15,2% do EBITDA do Grupo no 2T10.
| R$ Milhões | 1T09 | 2T09 | 3T09 | 4T09 | 1T10 | 2T10 |
| Receita Líquida | 3.174 | 3.486 | 3.440 | 3.542 | 3.269 | 3.531 |
| EBITDA | 618 | 764 | 772 | 982 | 810 | 887 |
Margem EBITDA (%) | 19,5% | 21,9% | 22,5% | 27,7% | 24,8% | 25,1% |
Lucro (prejuízo) Líquido | (165) | 313 | 195 | 349 | 30 | 101 |
| Dívida Líquida | 3.473 | 2.900 | 2.544 | 1.684 | 2.557 | 2.520 |
| Investimento | 194 | 423 | 536 | 996 | 576 | 436 |
Com a integração das operações fixas e móveis da Telefonica/Vivo e da Claro/Embratel, a Tim Brasil enfrentará uma concorrência mais pesada na oferta de banda larga móvel a partir de 2011. Ela está, no entanto, bem posicionada no mercado de voz. Segundo seu presidente Luca Luciani “O grande filé do setor é o serviço de voz, mas da telefonia móvel, e assim deve continuar pelos próximos 5 anos” (Jornal Valor Econômico)
A venda da Tim Brasil tornaria a Telecom Italia uma empresa menor e com atuação restrita ao mercado italiano. Ela poderia se justificar se a Telecom Italia decidir acelerar os investimentos em redes de fibra (FTTH) e NGN na Itália de modo a defender a sua posição neste mercado.
Uma mudança no quadro de controladores da Telecom Italia pode também implicar na venda da Tim Brasil.
Em 2007, a Pirelli vendeu a Olímpia, controladora da Telecom Itália, por EUR 4,1 bilhões para um consórcio (Telco) composto por: Telefonica (42,3%) e outros grupos italianos. A Telco aumentou sua participação na Telecom Italia para 24,5% em 2008.
A Telefonica passou a ter a sua presença na Telco questionada pelos sócios italianos quando adquiriu o controle da Vivo. Os recursos obtidos com a venda da Tim Brasil poderiam ser utilizados para comprar a participação da Telefonica na Telecom Italia.
Diante deste cenário pergunta-se:
- A Telecom Italia vai vender a Tim Brasil?
- A Telecom Itália corre o risco de ser adquirida por outra operadora no futuro?
- O mercado de voz é suficiente para garantir o crescimento da receita da Tim Brasil nos próximos anos?
Retirado de: www.teleco.com.br
terça-feira, 24 de agosto de 2010
História dos Satélites Artificiais
A idéia dos satélites de telecomunicação apareceu pouco depois da segunda guerra mundial pelo então oficial de radar Arthur C. Clarke, mais tarde conhecido por seus livros de ficção científica. A idéia original propunha no seu artigo enviado à revista Wireless World a colocação em órbita de três repetidores separados de 120o sob a linha do equador a 36000 Km de altitude (geoestacionário). Estes repetidores teriam a finalidade de realizar a comunicação de rádio e televisão a toda parte do globo. Apesar de Clarke ter formalizado a idéia sugerindo o seu uso na área das comunicações, Newton já havia sugerido em seu livro ‘Philosophie naturalis principia mathematica’ o lançamento de um satélite artificial através de um canhão.
Devido à falta de tecnologia para o lançamento de tais equipamentos (através de foguetes), o exército americano fez os primeiros experimentos de propagação de radiocomunicações entre 1951 e 1955 utilizando a lua, um satélite natural, como refletor passivo. Os experimento não obtiveram sucesso devido a grande distância existente entre a terra e a lua e a falta de tecnologia para trabalhar com sinais de baixíssima amplitude e SNR
O primeiro satélite espacial, o Sputnik 1, realizou a primeira experiência de transmissão e recepção de sinais do espaço. O Sputnik 1 simplesmente enviava para Terra sinais nas freqüências de 20 e 40 MHz, o que provava a possibilidade de uma comunicação à longa distância.
Apesar dos russos terem sido os primeiros a lançarem um satélite espacial, a história destinou a voz do presidente Eisenhower o lugar da primeira voz a ser retransmitida do espaço. Tal voz continha mensagens de feliz natal e foi transmitida de um gravador contido em um foguete. Dizem os historiadores que a opinião pessoal de Eisenhower era que o espaço teria pouca utilidade prática. Este gravador podia armazenar mensagens para retransmiti-las mais tarde, dando origem aos chamados satélites de retransmissão diferida.
Somente no final de 1960, com a troca das baterias por células solares realizou-se uma retransmissão de dados enviados da Terra. O satélite militar Courier 1B podia armazenar e retransmitir até 68000 palavras por minuto.
A partir de 1960, conclui-se que a utilização de satélites artificiais era a melhor opção para as comunicações, sendo abandonado os experimentos dos satélites naturais. Pretendia-se que eles fossem como as torres de repetição de microondas existentes no sistema telefônico.
Assim, o primeiro satélite de comunicações verdadeiro foi lançado em 1962, chamado de Telstar 1. Este satélite tinha órbita baixa e foi o primeiro satélite de utilização comercial, patrocinado pela American Telephone and Telegraph.
A partir disto, vários outros satélites foram lançados a fim de realizar testes, aperfeiçoamentos e comunicações intercontinentais como forma de atrair atenção e mercado. Dentre eles constam o Telstar 2, Relay 1, Relay 2, Syncom1 e Syncom 2. O Syncom 3 destaca-se por ter realizado, ao vivo, a retransmissão dos jogos olímpicos de 1964.
Em 1965 é lançado o Intelsat , mais conhecido como Early bird com 240 circuito telefônicos que apesar de ter sido projetado para funcionar 18 meses, permaneceu em operação 4 anos.
Depois de 1965, com o crescente mercado em expansão, verificou-se que os projetos foram ficando cada vez mais especializados e voltados para países isolados. Assim aconteceu com o Canadá através do Anik, Espanha através do Hispasat e os EUA com sua rede de satélites de defesa DSCS (Defense Satellite Communications System), FLTSATCOM (Fleet Satellite Communications System) e o AFSATCOM (Air Force Satellite Communication System). Como não podia deixar de ser, mediante a época da Guerra Fria, a URSS desenvolveu sua série de satélites Molniya que tiveram um impacto econômico, social e político muito grande por unificar a o imenso estado soviético tão diversificado através televisão (primeiro PB e depois colorida) e do telefone.
Ressalta-se que nesta época, década de 70, as antenas de comunicação com os satélites tinham 12 m de diâmetro e requeriam elevada potência. Por este motivo eram realizadas somente em estações que distribuíam os dados captados localmente.
No início da década de 80 as antenas ainda possuíam 7 metros e de lá para cá o desenvolvimento não parou tanto no tamanho quanto nas formas de transmissão/recepção além da compactação dos dados visando a economia de banda (onde se lê banda pode ser lido meio circulante).
Conheça um Pouco mais do LTE - 4G
Nada de WiMax e 3G. Programado para estrear em 2013, LTE se mostra como potencial tecnologia para redes 4G pela velocidade de acesso.
Na inversão de papéis entre o consumo de chamadas por voz e o de dados, uma nova tecnologia promete ser a ponte para que a web móvel se torne prioridade dentro das operadoras de telefonia.
O Long Term Evolution (LTE) deverá ser oficializado como padrão de rede para banda larga móvel neste mês, quando o 3rd Generation Partner Program(3GPP) publica as especificações finalizadas em dezembro, e dá um empurrão na adoção do potencial primeiro sistema 4G do planeta.
E porque tanta expectativa a respeito do LTE, que já conta com redes em testes no Reino Unido e planos de investimentos por operadoras nos Estados Unidos e na Suécia? Sem grandes surpresas, a atenção dada ao LTE tem relação com sua capacidade de navegação.
Enquanto os padrões por trás das redes 3G que você usa hoje, como HSPA ou UMTS, atingem velocidades máximas de 14 Megabits por segundo (Mbps), testes com o LTE indicam picos de navegação de até 120 Mbps, quase 10 vezes mais rápido.
E porque tanta expectativa a respeito do LTE, que já conta com redes em testes no Reino Unido e planos de investimentos por operadoras nos Estados Unidos e na Suécia? Sem grandes surpresas, a atenção dada ao LTE tem relação com sua capacidade de navegação.
Enquanto os padrões por trás das redes 3G que você usa hoje, como HSPA ou UMTS, atingem velocidades máximas de 14 Megabits por segundo (Mbps), testes com o LTE indicam picos de navegação de até 120 Mbps, quase 10 vezes mais rápido.
“Trata-se de uma quebra de paradigma. Redes LTE são projetadas para a troca de dados”, e não ao redor das chamadas de voz, explica José Geraldo Alves de Almeida, gerente de desenvolvimento e negócios da Motorola.
“A tendência das redes é essa agora. Mesmo que a voz ainda seja o grosso (do faturamento pelas operadoras), o crescimento futuro está ao redor de serviços” oferecidos seja pelas operadoras ou por desenvolvedores independentes, explica o executivo.
A popularização do 4G, com chances cada vez maiores de ser personificado pelo LTE, fomentará um novo mercado de aplicações e serviços móveis, principalmente que envolvam conteúdo multimídia e aplicações de geoposicionamento.
Mais que isso: o LTE representa a primeira "banda larga móvel de verdade", um conceito que o mercado se cansou de relacionar ao WiMax mas que, pela falta de investimentos no padrão pelo mundo, ainda não chegou a se concretizar.
“A tendência das redes é essa agora. Mesmo que a voz ainda seja o grosso (do faturamento pelas operadoras), o crescimento futuro está ao redor de serviços” oferecidos seja pelas operadoras ou por desenvolvedores independentes, explica o executivo.
A popularização do 4G, com chances cada vez maiores de ser personificado pelo LTE, fomentará um novo mercado de aplicações e serviços móveis, principalmente que envolvam conteúdo multimídia e aplicações de geoposicionamento.
Mais que isso: o LTE representa a primeira "banda larga móvel de verdade", um conceito que o mercado se cansou de relacionar ao WiMax mas que, pela falta de investimentos no padrão pelo mundo, ainda não chegou a se concretizar.
Movimentações para que o LTE tome a definição no mercado para si não faltam.
Após a confirmação pelo 3GPP que tinha finalizado o esboço da especificação, a Verizon anunciou que começaria a procurar parceiros para estrear a primeira rede comercial LTE dos Estados Unidos entre o final de 2009 e o começo de 2010.
Simultaneamente, a TeliaSonera anunciou em janeiro que selecionou parceiros para desenvolver sua rede do padrão na Suécia, que deverá ser lançada comercialmente também no começo de 2010.
Os prazos, no entanto, são flutuantes principalmente pelo impacto da crise econômica mundial nos investimentos reservados pelas operadoras em novos equipamentos.
Como José Geraldo explica: “cada nova geração (de telefonia) significa duas coisas: mais velocidade pra dados e capacidade de colocar o usuário no sistema; e necessidade de dinheiro para trocar todos os equipamentos de acesso”.
Após a confirmação pelo 3GPP que tinha finalizado o esboço da especificação, a Verizon anunciou que começaria a procurar parceiros para estrear a primeira rede comercial LTE dos Estados Unidos entre o final de 2009 e o começo de 2010.
Simultaneamente, a TeliaSonera anunciou em janeiro que selecionou parceiros para desenvolver sua rede do padrão na Suécia, que deverá ser lançada comercialmente também no começo de 2010.
Os prazos, no entanto, são flutuantes principalmente pelo impacto da crise econômica mundial nos investimentos reservados pelas operadoras em novos equipamentos.
Como José Geraldo explica: “cada nova geração (de telefonia) significa duas coisas: mais velocidade pra dados e capacidade de colocar o usuário no sistema; e necessidade de dinheiro para trocar todos os equipamentos de acesso”.
Retirado e adaptado de: http://idgnow.uol.com.br/telecom/999/12/31/lte-conheca-a-tecnologia-que-promete-ser-a-banda-larga-movel-de-verdade/paginador/pagina_2 18:06h 24/08/2010
3º Workshop-Escola de Computação e Informática Quântica
WECIQ | 2010
É um evento de caráter nacional a ser realizado em Petrópolis, Rio de Janeiro, nos dias 13, 14 e 15 de outubro de 2010, promovido pelo Laboratório Nacional de Computação Científica e tendo como principais objetivos:
- incrementar o desenvolvimento da Criptografia, Computação e Informação Quântica no Brasil;
- ampliar o intercâmbio de informações e idéias entre professores, pesquisadores, estudantes e profissionais nestas áreas;
- promover a integração entre universidades, centros de pesquisas e empresas;
- divulgar a produção técnico-científica nacional nestas áreas; e
- prover cursos nestas áreas para a atualização de estudantes, docentes, pesquisadores e profissionais.
Público alvo: pesquisadores, professores, alunos de graduação e pós-graduação (computação, engenharia elétrica, física, matemática, etc.), profissionais que atuam nestas áreas e demais interessados na compreensão da utilização da Mecânica Quântica na computação, comunicação e segurança computacional.
Estão programadas as seguintes atividades durante a realização do < WECIQ | 2010 >:
- Sessões técnicas para apresentação de artigos;
- Mini-cursos;
- Palestras proferidas por pesquisadores de renome;
- Apresentação de trabalhos em pôsteres;
- Exposição de sistemas computacionais e de comunicações;
- Mesas redondas.
Fazer Download do cartaz
Fazer inscrições no site: http://qubit.lncc.br/weciq/
Retirado de: http://qubit.lncc.br/weciq/
The 13th International Symposium on Wireless Personal Multimedia Communications October 11-14,2010 / Mar Hotel, Recife, Brazil
WPMC 2010
The International Symposium on Wireless Personal Multimedia Communications 2010 will be held in Mar Hotel, Recife, Brazil. The venue is 10 minutes from International Airport of Guararapes and is in Boa Viagem beach area. The beach is protected by a line of natural reefs, after which the city was named.
The WPMC Symposia series was inaugurated in 1998 at Yokosuka Research Park, Japan, as a forum for enabling collaboration in the field of wireless multimedia communications. Over the years WPMC has been held in Asia, Europe and North America, and has established itself as a unique global symposium dedicated to wireless multimedia convergence.
Continuing the series, the 13th edition of the symposium will held for the first time in South America and that too in Brazil – home to diversity.
Retirado de: http://iecom.dee.ufcg.edu.br/~wpmc2010/
Assinar:
Comentários (Atom)




